Eu ainda não havia entendido o poder destruidor do Whatsapp e da mensagem visualizada e não respondida na vida de uma pessoa até ter um smartphone. Eu acho que sou super disponível e as pessoas são ocupadas demais, porque eu realmente me esforço pra responder tudo rapidamente, mas meus contatos devem achar que a mensagem via Whatsapp deve levar o tempo de uma carta escrita à pena para ser respondida...
Estive em mais uma conversa whatsappiana com Jazz, dessa vez por iniciativa minha, porque hoje ele não deu o start, e eu estava curiosa demais pra ver o andamento da história. Falamos muito pouco e nada demais. Eu estava bem empolgada no Twitter, então não fez muita diferença o fato do lazarento demorar a responder.
No meio da conversa, ele fez o habitual de antigamente: se despediu, disse que ia beber e ficar com os pais. Tudo em uma linha só. Nessas horas eu sinto como se estivesse tomando um copo d'água e alguém desse um tapa no copo derrubando-o abruptamente.
Não é que as conversas tenham que durar uma eternidade, mas as longas despedidas mostram que aquilo ali tá bom, e que a pessoa gostaria de ficar. Não foi o caso. Talvez nunca tenha sido, mas é difícil afirmar com certeza, porque bem no comecinho, a gente varou a madrugada se falando, sem coragem e nem vontade de encerrar a conversa.
Eu estava muito animada com as asneiras do Twitter, e a habitual saída do nada não me deixou triste ou chateada. Mas serviu como uma epifania: Ele é pouco.
Ele é pouco, eu mereço mais. Muito mais. Mereço uma pessoa apaixonada. Ele não está apaixonado por mim. Está entediado. Na classificação dele, eu sou lazer e entretenimento. Possibilidade de sexo e alguém com ritmo pra piadinhas.
Eu não quero esse cara, não quero um cara assim. Eu quero alguém que faça questão de mim, que demonstre. Eu quero uma vibe "EU TE AMO E VOU GRITAR PRA TODO MUNDO OUVIR!"
Eu não quero esmolas. Eu não quero você.
Nenhum comentário:
Postar um comentário