Normalmente Agosto é um mês sinônimo de desgraças na minha vida. Isso porque além da terrível fama de ser o mês do desgosto, é a época de meu inferno astral, o que significa que um mês antes de seu nascimento tudo começa a dar merda.
Eu vinha nessa pegada de me foder todo mês de Agosto a vida inteira. Durante muito tempo eu nem percebi que as coisas ruins vinham sempre no mesmo período, até que há uns 3 anos eu comecei a juntar lé com cré.
2011 e 2012 foram anos terríveis. Realmente não tive muito boas notícias nesse espaço de tempo. Embora Vinícius tenha morrido em 2010, eu só surtei mesmo no ano seguinte. E tudo desandou no trabalho também, porque eu esperava oportunidades de crescimento e reconhecimento que nunca, NUNCA, vieram.
Bom, eu tava preparada pra mais um ano ruim. Acho que tava me adaptando ao fato de que as coisas não deveriam dar certo especificamente pra minha pessoa. Mas aí 2013 me surpreendeu. Primeiro porque eu comecei o ano apaixonada por Jazz, ficando com ele e sendo feliz. Depois conheci outros caras, saí bastante, brinquei carnaval, tive dinheiro pra comprar quase tudo que eu quis (agora preciso de um notebook), comecei uma pós graduação em algo que realmente gosto, dei aulas, fiz novos amigos, fui pro Festival de Inverno, estive extremamente sociável o tempo todo, fiz as pazes com meu passado...Enfim. Que ano maravilhoso!
O único setor que continuava cagado era o profissional. Meio que colocaram uma caveira de burro em cima disso, e simplesmente não andava! Eu já tava esbaforida de enviar currículo, e cada vez que eu não tinha retorno era um sentimento de frustração sem tamanho.
No final de Junho, quando uma ex bolsista do Seven N (nome fictício para me proteger de futuros processos ahahahah) disse que indicou meu nome pra Professor Xavier* (nome fictício porque sou discreta demais),porque ele tinha uma bolsa pra gerenciar um projeto, eu nem acreditei.
Eu nem sabia qual era a modalidade da bolsa, o valor, ou quando poderia começar. Eu simplesmente queria a bolsa. E sair daqui.
Como nada nessa vida é flores, a coisa toda demorou um pouco. Entre a entrevista que fiz com ele no dia 01 de Julho e a confirmação, dia 21/08, pareceu ter passado uma eternidade.
Houve momentos em que eu nem acreditei que fosse sair. Mas saiu. SAIU! E eu tô meio que rindo a toa. Meio boba, totalmente feliz.
Sei que não mereço tudo de bom que Deus me dá, mas tô tão agradecida, tão feliz, tão satisfeita. Tenho medo de espalhar isso aos quatro ventos e perder tudo. Mas aprendi que a vida não é um jogo de azar.
Boa intenção, bom coração. Sempre dá certo.
Agora rezo pra que minha amiga LadyZul saia daqui também. É tudo que eu quero. E eu vou assistir a vitória dela de perto.
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Uma epifania.
Eu ainda não havia entendido o poder destruidor do Whatsapp e da mensagem visualizada e não respondida na vida de uma pessoa até ter um smartphone. Eu acho que sou super disponível e as pessoas são ocupadas demais, porque eu realmente me esforço pra responder tudo rapidamente, mas meus contatos devem achar que a mensagem via Whatsapp deve levar o tempo de uma carta escrita à pena para ser respondida...
Estive em mais uma conversa whatsappiana com Jazz, dessa vez por iniciativa minha, porque hoje ele não deu o start, e eu estava curiosa demais pra ver o andamento da história. Falamos muito pouco e nada demais. Eu estava bem empolgada no Twitter, então não fez muita diferença o fato do lazarento demorar a responder.
No meio da conversa, ele fez o habitual de antigamente: se despediu, disse que ia beber e ficar com os pais. Tudo em uma linha só. Nessas horas eu sinto como se estivesse tomando um copo d'água e alguém desse um tapa no copo derrubando-o abruptamente.
Não é que as conversas tenham que durar uma eternidade, mas as longas despedidas mostram que aquilo ali tá bom, e que a pessoa gostaria de ficar. Não foi o caso. Talvez nunca tenha sido, mas é difícil afirmar com certeza, porque bem no comecinho, a gente varou a madrugada se falando, sem coragem e nem vontade de encerrar a conversa.
Eu estava muito animada com as asneiras do Twitter, e a habitual saída do nada não me deixou triste ou chateada. Mas serviu como uma epifania: Ele é pouco.
Ele é pouco, eu mereço mais. Muito mais. Mereço uma pessoa apaixonada. Ele não está apaixonado por mim. Está entediado. Na classificação dele, eu sou lazer e entretenimento. Possibilidade de sexo e alguém com ritmo pra piadinhas.
Eu não quero esse cara, não quero um cara assim. Eu quero alguém que faça questão de mim, que demonstre. Eu quero uma vibe "EU TE AMO E VOU GRITAR PRA TODO MUNDO OUVIR!"
Eu não quero esmolas. Eu não quero você.
Eu me apaixonei pela pessoa errada- Parte 2
Acho que poucas vezes na vida fui tão atraente pra ambos os sexos como fui no primeiro semestre desse ano. Recebi muitas cantadas, declarações, tentativas de namoro e até casamento.
Estou atribuindo toda a boa sorte de 2013 ao cabelo comprido. Sempre que eu corto, tentando dar uma renovada na vida, dá merda. Católicas, protestantes e filhas de Oyá concordam: O cabelo tem que ser grande, é a força e a proteção de uma mulher. Se todos os santos e orixás dizem isso, eu vou obedecer.
Apesar da quantidade inesperada de pretendentes, meu coração não balançou por ninguém, e eu fiquei só desde que terminei com Jazz. Sem marcar exatamente em lugar nenhum com ele, acabamos nos esbarrando uma noite no Festival de Inverno de Garanhuns. Falamos pouco e por pouco tempo, mas foi o suficiente pra me deixar completamente abalada. Sério. O cara me abandona, me xinga, me ignora e eu fico balançada quando reencontro.
Acabou que a gente foi retomando contato aos poucos, hora por iniciativa dele, hora pela minha, mas a gente tem se falado. E eu não sei aonde isso vai parar. Não sei se ele quer ser só meu amigo, se quer só pegação, se quer tirar onda com a minha cara...Só sei que eu fico mexida com ele. Da parte dele, o teor das conversas é informal, com algumas piadinhas de cunho sexual. Da minha parte é pura busca por brechas pra falar de sentimentos. Sexo eu posso fazer com qualquer um. Eu quero falar de romance, filhão.
Não posso me dizer apaixonada nem nada, mas ele mexe comigo, de um jeito que não é qualquer um que consegue, mesmo com muito esforço.
E sei também que não quero ser amiguinha e não quero retomar um relacionamento indefinido, no qual nem eu sei o que posso cobrar da pessoa e muito menos o quanto posso me entregar. Eu tô disposta há um monte de coisas, esquecer, perdoar, tentar de novo, só não me coloco à disposição pra ele me enrolar e ser sacana de novo.
Ou assume, ou some.
Eu me apaixonei pela pessoa errada...
Ninguém sabe o quanto eu estou sofrendo...kkkkkkkk Putz, falando sério, quem nunca se apaixonou por um filho de uma puta? O famoso "dedo podre" pra homem. Eu nunca acreditei muito nisso, porque antes de 2012, a parte malvada do relacionamento era sempre eu. Mas como a vida tem esse negócio de Karma, ciclo e revanche, desde o ano passado começou a minha vez de me foder.
Primeiro eu namorei um muçulmano sufi. Aprendi um monte de coisa com ele, e meio que vou ser eternamente grata, mas o desenrolar do nosso namoro foi desastroso. Muito. Até hoje eu não sei exatamente em que ponto errei, mas devo ter contribuído. Ele estava desempregado, isso o deixava bem triste, e a fase não era lá muito boa na Ordem Sufi da qual ele fazia/faz parte (sei lá). Eu vivia adoecendo e estressada com o trabalho, mas me esforçava pra dar certo.
O término foi a coisa mais esquisita do planeta, porque eu ainda gostava dele e ele dizia gostar de mim, mas era tudo tão complicado e a gente tava se magoando tanto, que achamos melhor findar.
Daí que menos de um mês ele me aparece no Facebook profundamente apaixonado por outra. Ainda arriscou alterar o status de relacionamento, mas parece que a dita cuja não queria namorar. Depois, eu já não quis mais saber notícias, fiquei com muita raiva, totalmente chateada, ofendida até. Acho até que cheguei a deletá-lo de meu perfil.
O fato é que eu gostava muito dele, apesar do namoro ter sido terrível em vários pontos e acabei roendo e sofrendo e me fudendo de Agosto a Outubro, quando conheci Jazz* (vou preservar a identidade do cidadão), não queiram nem saber como foi.
Jazz era tudo que eu queria. Negro, óculos de grau, inteligente, engraçado, formado, pós graduado, gostoso, trabalhava e tinha bom papo. O que mais eu iria querer, né?
No início tava tudo ótimo. Eu tava tão bem, tão satisfeita com a vida, que inclusive mandei uma mensagem de final de ano pro muçulmano sufi fazendo as pazes e hasteando a bandeira branca.
Jazz era tão super, que me fazia querer ficar magra, gostosa e linda só pra ele. Ele gostava de aparecer de surpresa na minha casa e no meu trabalho, o que era um problema, porque eu deveria estar sempre arrumada e cheirosinha pra receber meu negon, mas não tinha saco pra isso, e quase sempre ele me via in natura mesmo. Aliás, ele gostava disso: zero batom, pouca maquiagem.
Ia tudo muito bem, até que ele começou a falar cada vez menos comigo. A gente meio que se falava o dia inteiro e de repente, puft. Cada vez menos. Eu ficava sem entender, quase triste, mas toda vez que ele voltava e falava, eu ficava bem de novo.
Eu fui levando as coisas assim, até que no Carnaval desse ano ele tomou um chá de sumiço de vez. Podem me chamar de burra, ingênua ou idiota, mas eu só saquei que era tudo por causa do Carnaval quando ele me procurou na quarta-feira de cinzas, como se não tivesse desaparecido todos os dias antes, e como se não tivesse morgado gradativamente antes mesmo do início efetivo das festividades, provavelmente já com esse intuito...
Aí eu não quis mais. O meu grande dilema era entender se ele realmente havia começado a me deixar por causa do Carnaval, e se este havia sido o motivo, o que o impediria de me abandonar nos próximos caso eu o perdoasse dessa vez. E se o Carnaval não tivesse sido o motivo, e ele simplesmente tivesse enjoado, desenjoado e estivesse querendo de novo? Eu estaria sempre disponível pra ele? Diante de tantas dúvidas, eu fui firme.
O tempo foi passando e a coisa foi se acalmando dentro de mim. Algumas pessoas chamam isso de superação. Jazz vez ou outra aparecia lá em casa de surpresa, ou me mandava mensagem tentando uma reaproximação, mas eu realmente não cedia.
O interessante é que na mesma época eu recebia uns xingamentos no Ask.Fm, do tipo dizer que eu tinha os peitos caídos, que minha boca era feira (e que não sabia como tinha beijado isso) e que parecia com a Inês Brasil. Eu nunca poderia imaginar que era Jazz quem estava usando o Ask pra ser cruel comigo. Esse tipo de recalque é muito feminino. Mas era ele e eu só soube no dia em que contei que conheci uma lésbica na Internet e que ela estava dando em cima de mim de modo doentio (era verdade, mas isso vai em outro post). No mesmo dia, apareceu no meu Ask: "Ta tão desesperada assim, é, p sair procurando macho em badoo? rsrsr"
Nesse exato momento eu me dei conta que o meu xingador oficial era o Jazz. Eu fiquei super irritada e decepcionada. O ápice dessa palhaçada foi o dia em que postei uma foto com dois amigos (um jovem da minha idade e um senhor) e uma semana depois, quando eu estava andando com o jovem no Shopping próximo a minha Pós Graduação, ter recebido a derradeira no Ask: "ele tem namorada, fia!!! tu tas sendo safada e achando super bonito...vôte".
Eu não associei de cara a mensagem no Ask ao Jass. Achei que era a namorada do cara, que estivesse sentindo ciúmes da porra da foto que postei ( e que não tinha nada demais, apenas 3 amigos mal tocando um no outro). Depois achei era alguma menina da Pós que fosse afim dele e estivesse puta da vida por me ver andando com ele (que aliás, também não estava fazendo absolutamente NADA de errado). Só me dei conta de que foi Jazz quando estava voltando pra casa e relendo a mensagem pela milésima vez. O jeito de escrever era dele. De repente eu podia ouvir até a voz dele dizendo isso.
Quando cheguei em casa, dei um fim ao meu tormento e respondi nominalmente:
"Jazz, querido...SUPERE, e deixe de ser psicopata. Não estou saindo com essa pessoa que você está insinuando, mas mesmo que estivesse, você não teria NADA a ver com isso. Vai se tratar e para de usar o botão anônimo do ask.fm pra esconder sua covardia e filhadaputice."
Nunca mais recebi nada.
.....
....
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(Continua)
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Excuse me! There's a face on your make up!
Dizer que eu me maquiava mal é pouco. O que eu fazia na minha cara era tipo um crime ambiental.
Eu fui uma adolescente com muita acne, e embora tenha ido à dermatologista uma mísera vez ( e pago um tratamento caríssimo, também uma única vez), nunca tive muita persistência pra eliminá-las da minha vida de modo saudável, por isso sempre recorri aos paliativos, como espremer a dita cuja e passar muita, mas muita maquiagem por cima.
Se ao menos eu soubesse fazer o truque da galinha morta, talvez as coisas tivessem dado mais certo, mas o fato é que a priori, eu usava um pó da AVÃO, uns dois tons acima da minha pele, o que me tornava uma indiazinha pele vermelha. Meu lápis de olho era sempre borrado e eu usava o maldito Marajoara. Isso mesmo. Ma-ra-jo-a-ra. Eis a minha bela maquiagem. Tudo era da Avon.
Passado algum tempo, passei por um processo de michaeljackzação da minha autoimagem e passei a usar um pó dois tons abaixo, o que fazia minha cara sair branca em quase todas as fotos que tirei no período da faculdade. Meu enorme Kit de Maquiagem, composto por 3 itens, ainda era inteiramente da Avon.
Depois veio a moda das it girls. O fim da internet discada. E um novo horizonte se abriu pra mim! Pasmem, eu descobri A BASE. Da Avon. Mas descobri. Isso melhorou um pouco meu modo de maquiar, mas eu ainda exagerava.
O processo todo foi muito lento, mas aos poucos eu fui descobrindo o quanto cada item era importante e faz a coisa funcionar. Mas eu ainda comprava produtos ruins, que só pioravam ainda mais minha pele, como uma base/pó/corretivo da Bella, que tem uma cobertura felomenal, mas é uma desgraça pra pele oleosa.
Usei muito um pó da Payot, que era pouco funcional, por não ser compacto. Depois usei um da Vult, bom e barato, mas que quebrava fácil e acabava muito rápido. Agora estou com dois diferentes, um da Phebo e outro da Pierre Alexandre, e acho que nunca acertei tanto na cor e na textura.
Depois da base da Avon, descobri a da Vult, que é super boa e a do Duda Molinos, que é ótima. Uso as duas até hoje. Como a da Vult é ruim de carregar na bolsa, uso pra sair de casa já com ela na cara.
Usei um blush da Avon super rosa, que me deixava com a cara da Filomena "Ó Coitado". Depois um da Natura que era meio alaranjado durante algum tempo, mas que ficava semi imperceptível. Hoje uso um da Phebo, que é uma espécie de rosa queimado, e que nossa, muito bom.
Depois do lápis de olhos da Avon, testei Natura e Payot. Todos cumpriam seu papel, exceto no fato de que me deixavam toda borrada antes do meio dia. Hoje, uso um da Phebo que todas usam e que é super resistente às minhas lágrimas.
Usei rímel da Avon por pouco tempo, pois logo descobri o Colossal da Maybelline e nunca mais quis nada com outro rímel. Exceto um alongador fodão que só uma vez comprei na Boticário, porque são 60 dilmas e eu fico de pirangagem. Ele e o Colossal juntos dão a impressão maravilhosa de ter cílios de travesti. Recomendo a todas.
Duas novas descobertas: Pore Refining da Clinique e BB. Cream da L'Óreal.
Sairia de cara "limpa" só com esses dois, que dão toda dignidade que uma pele esburacada como a minha necessita. Essenciais e vitais.
Meu batom consiste basicamente no Ruby Woo e nos alaranjados que arrumei pela vida. Inclusive tô de olho num da Dermage que a Paloma usa quase toda noite na novela.
Hoje só rebebo elogios quanto à minha maquiagem e tô super feliz por ter descoberto produtos que se dão bem comigo e não fodem ainda mais a aparência de minha pele.
É isso. Não desista. Após investir algum dinheiro, tempo e saco, vc vai ser uma expert em maquiagem.
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Here we are!
Por que cargas d'água eu estou criando o milésimo blog da minha vida? Por que criar um espaço que eu nem pretendo divulgar, ou atualizar com frequência? R: Porque vivemos em um país livre e eu POSSO.
Seria muito difícil lembrar o nome de meus últimos blogs, mas uma coisa é certa: Todos têm a ver com ovelha, todos têm a ver com lobos. Porque é isso que eu sou. Ou pelo menos é nisso que eu me tornei. Ou melhor, descobrir ser.
Obviamente o processo de descoberta não foi a coisa mais deliciosa do mundo, envolveu muitas perdas e poucos ganhos, mas eu sobrevivi e sou semi feliz, tirando o fato de me sentir muito triste quase todo dia.
Criei esse espaço pra desabafar, pra me imortalizar e por ter certeza de que ninguém vai ler mesmo.
Eu sou muito intimista pra ser uma it girl, embora ame moda e qualquer coisa relacionada a ela. Esse blog se propõe a ser meu espelho virtual, tipo o Retrato de Dorian Gray. Portanto, será feio em alguns momentos.
Voilà.
Seria muito difícil lembrar o nome de meus últimos blogs, mas uma coisa é certa: Todos têm a ver com ovelha, todos têm a ver com lobos. Porque é isso que eu sou. Ou pelo menos é nisso que eu me tornei. Ou melhor, descobrir ser.
Obviamente o processo de descoberta não foi a coisa mais deliciosa do mundo, envolveu muitas perdas e poucos ganhos, mas eu sobrevivi e sou semi feliz, tirando o fato de me sentir muito triste quase todo dia.
Criei esse espaço pra desabafar, pra me imortalizar e por ter certeza de que ninguém vai ler mesmo.
Eu sou muito intimista pra ser uma it girl, embora ame moda e qualquer coisa relacionada a ela. Esse blog se propõe a ser meu espelho virtual, tipo o Retrato de Dorian Gray. Portanto, será feio em alguns momentos.
Voilà.
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