quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Je suis désolé.

A internet tá capengando aqui no trabalho e eu só consigo abrir o e-mail e algumas páginas do Google, o que já seria alguma coisa, se eu quisesse fazer algo, mas definitivamente não é o caso.

Jazz me procurou ontem, depois de mais de 2 meses sem trocarmos uma palavra. Eu não preciso dizer que quase tive um heart attack quando vi a mensagem dele no WA dizendo que precisava falar comigo. Sério, pouca gente que passou pela minha vida me trouxe esse tipo de reação avassaladora, esse frio na barriga, essa agonia toda.

Daí que a conversa aconteceu no estacionamento do trabalho dele, dentro do carro. Parecia que ele ia vender drogas ou me assassinar. E então ele começou a falar que ia usar os mesmos termos que eu usei em setembro do ano passado, quando reatamos:

"Infelizmente pra mim, eu gosto muito, muito, muito assim...Tcháááááááá, muito de você. Eu seria mais feliz se gostasse menos."

Pois é, caros amigos imaginários. Quando eu finalmente penso que tô me acostumando a ficar só, e especialmente só sem ele, quando eu entendo que ele não me faz bem, ele me diz ISSO. Claro que eu me desestabilizei totalmente, porque eu esperava qualquer coisa, menos isso.

Depois ele me contou várias coisas que eu fiz ou deixei de fazer que deixaram ele chateado, sendo a mais relevante de todas, minha paixão não superada pelo "doido" que morreu. Isso mesmo, Vinícius foi um problema pra gente e eu não fazia ideia disso.

Eu tentei replicar tudo, na medida do possível, porque eu não tava ali pra discutir e sim pra ouvir. Digamos que era importante pra Jazz desabafar e eu tive a dignidade de entender isso.

O fato é que eu fui encontrar com ele com zilhões de dúvidas passando pela minha cabeça, e uma única certeza: a gente não dá certo. A gente não funciona. E eu poderia listar todos os motivos pelos quais a gente sempre estraga tudo, mas não vale a pena.

A conclusão final foi essa mesmo, de que a gente se gostava muito, mas que não dava certo. E ele deve ter ficado bem, depois que  disse tudo que precisava dizer. Eu, por outro lado, ouvi tudo que não precisava ouvir e acho que não fiquei tão bem assim.


quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Preguiça da vida.

Segundo dia do ano e eu já tô com preguiça de respirar. Podemos dizer que fiz muito o dia todo, se contarmos que assistir seriado seja algo útil, mas o fato é que acordei 13:00h, embora quisesse dormir muito mais.

Consegui escrever um parágrafo para meu TCC, mas apenas isso. Fui ao shopping tentar trocar o presente horroroso que ganhei de amigo secreto (uma blusa rosa choque, com uma onça desenhada, folgada), mas descobri que a Hering tem zilhões de franquias e que no resumo da ópera, minha franquia não se encontra nos shoppings dessa cidade. 

Isso só aumentou meu ódio por amigo secreto, pois além de ter sido tirada por alguém que não gosto, fiquei sem presente. Dei um presente de R$140,00 e recebi...Nada.

Também fiquei meio irritada quando as duas fulanas esposas de dois primos meus vieram pedir meu secador de cabelo emprestado. Como assim, queridinhas? Vocês nem falam comigo, mal sabem meu nome, mas se lembram de pedir coisas emprestadas? 

Eu me acostumei com o fato de ser uma pessoa substituta, aquela que nunca é lembrada, ou sempre é chamada em cima da hora, mas há uma diferença entre ser irrelevante e ser babaca.

Eu disse que fiquei meio irritada? Eu fiquei muito puta da vida. Especialmente porque não gosto desses dois primos. Não sabem nada da minha vida e falam muita merda sobre mim.
Vocês sabem do meu namorado que morreu? Sabem em que eu me formei? Sabem que eu não tenho sábados livres, pois sempre estou estudando? Sabem que eu levanto às 5:00h da manhã pra trabalhar? Não? Então não falem da minha vida, porque vocês não me conhecem.


quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Here we go!

Bom, eu sempre faço grandes planos para todo começo de ano, mas pra 2014, não criei grandes expectativas, embora emagrecer não seja lá uma má ideia. A verdade é que eu ando meio down, desde que terminei de vez com Jazz. Ou melhor, desde que Jazz entrou na minha vida e saiu novamente.

A virada de ano foi bastante agradável, embora cada dia mais eu esteja incomodada em ser uma "pessoa substituta", a que não é lembrada, a que é chamada de última hora...

Eu acabei ficando com um amigo meu, com o qual eu já havia ficado e já não havia gostado. Não tenho o menor sentimento por ele, nem mesmo tesão, mas...Ele virou o ano sozinho na praia, me procurando, e eu tive pena. Fico imaginando todo um relacionamento baseado na pena ou no interesse. Definitivamente, meus planos de procurar um velho rico e com uma doença terminal para casar foram destruídos. Se nem desejo físico você sente pela pessoa, não dá pra ter nada.

Cheguei em casa 07:00h, mas ouvi muitas músicas boas e tive inspiração para o upgrade da minha playlist em 2014. Não quero mais ouvir roedeira, nem nada que me faça sonhar ou acreditar que um dia terei uma vida amorosa. É fato que não terei.

O amigo secreto foi bacana, mas pra variar ganhei algo que não curti. Pelo menos posso trocar. Meu sobrinho adorou o presente que eu dei e eu fiquei bem feliz com isso.

À noite fui passear no calçadão com minha dog e foi muito divertido. Ela chama atenção em toda parte, juntamente com a priminha Shay. Depois ainda rolou um passeio de buggy, e eu cada dia mais confirmo que amo alta velocidade.

Vi um triciclo na rua e fiquei louca pra ter um. Quem sabe essa não vire uma meta de vida...Bom, pro dia fechar perfeitamente, ainda preciso escrever meu TCC e estudar um pouco, embora esteja morta de sono.

Que 2014 seja um ano tranquilo...Só peço isso.